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Bases Alienigenas na Lua
Por Fred Steckling*
Em 25 de maio de 1961, o presidente John F. Kennedy
estabeleceu para os Estados Unidos a meta de, antes do final daquela década,
colocar um homem na Lua e traze-lo de volta em segurança à Terra. Mas, como
acontece com a maioria das novas aventuras da humanidade, houve alguns
percalços.
Em 27 de janeiro de 1967, um incêndio a bordo da
Apolo 1 matou três astronautas norte-americanos. Um curto-circuito pós fogo na
atmosfera de oxigênio puro da capsula espacial Apolo, produzindo em segundos
muitíssimo calor. A mistura atmosférica depois foi alterada, tornando-se mais
segura. Melhorias nas cápsulas Apolo, bem como em várias missões orbitais
lunares Apolo, resultaram na aterrissagem triunfal da Apolo 11 na Lua em 20 de
julho de 1969. A inscrição na placa do módulo de alunagem dizia: “Neste local
homem do planeta Terra pela primeira vez pisou na Lua, julho de 1969 d.C.
Viemos em paz em nome de toda a humanidade.”
Como as nossas missões Apolo foram bem divulgadas
na Terra, ficando praticamente todos os cidadãos informados acerca de nossa
primeira aterrissagem, pode-se especular com segurança que a mensagem da placa
não se destinava a ser lida por seres da Terra. Existem pessoas nos círculos
científicos que me deram a entender que esse fato por si mesmo é prova de que
se espera que outras pessoas, não desta Terra, leiam a placa. Na Terra, as
placas só são colocadas num lugar quando se tem certeza de que serão vistas e
lidas. A Lua não é certamente excesão.
Por ocasiao do encerramento do programa Apolo, os
astronautas norte-americanos tinham passado cerca de 160 homem-horas explorando
a Lua, a pé e utilizando Exploradores movidos a eletricidade. Os astronautas
conduziram muitas experiências de vários tipos e trouxeram, ao todo,
aproximadamente 360 quilos de rochas e solo lunar de suas missões.
As informações provenientes das aterrissagens da
Apolo ocuparam a atenção dos cientistas durante muitos anos. Embora seja
verdade que grande parte dos dados foi analisada, também é verdade que muitos
foram ignorados por causa da reduçãoo das verbas concedidas à NASA e a
decorrente perda de pessoal. Há boatos de que grande quantidade de solo e
numerosas rochas lunares desapareceram misteriosamente no decorrer dos anos.
Numa recente viagem a Washington, D.C., visitei novamente o Museu Smithsoniano.
Desta vez, encontrei uma extensa seleção de rochas lunares exibidas na seção de
pedras preciosas da instituição. Observei cuidadosamente estes espécimes raros.
Sem ter muito conhecimento geológico, posso todavia afirmar categoricamente que
quaisquer destas pedras poderiam ser substituídas por uma amostra adequada de
uma rocha da Terra e ninguém notaria a diferença.
As missões Apolo
Apolo 8: 21 a 27 de dezembro de 1968, fotografou a Lua
enquanto estava em órbita. Os astronautas dessas missões foram Borman, Lovell e
Anders. A Apolo 8 trouxe uma série notável de fotografias coloridas do lado
escondido da Lua.
Apolo 10: 18 a 26 de maio de 1969, foi um vôo orbital lunar
tripulado pelos astronautas Stafford, Young e Cernan.
Apolo 11: 16 a 24 de julho de 1969, a primeira alunagem
tripulada realizada pelos astronautas Armstrong e Aldrin. O astronauta Collins
comandou a nave-mãe que permaneceu na órbita lunar, esperando o retorno dos
primeiros homens a andar na Lua.
Apolo 12: 14 a 24 de novembro de 1969, outra alunagem lunar
bem-sucedida, os astronautas Conrad e Bean caminharam na Lua e o astronauta
Gordon ficou em órbita lunar aguardando seu retorno.
Apolo 13: 11 a 17 de abril de 1970, astronautas Lovell,
Swigert e Haise a bordo. A Apolo 13 foi o malfadado vôo, não foi tentada a
aterrissagem na Lua por causa de uma misteriosa explosão ocorrida anteriormente
num dos tanques de oxigênio. Porém, os astronautas da Apolo 13 cumpriram suas
missões fotográficas a partir da órbita lunar.
Apolo 14: 31 de janeiro a 9 de fevereiro de 1971, chegou à
Lua sem dificuldades e aterrissou com segurança. Os astronautas Shepard e
Mitchell caminharam na Lua enquanto o astronauta Rossa pilotava a nave-mãe na
órbita lunar.
Apolo 15: 26 de julho a 7 de agosto de 1971, outra missão
de aterrissagem bem-sucedida, os astronautas Scott e Irwin realizavam
experiências na Lua, enquanto o astronauta Worden esperava seu retorno na
nave-mãe. Deve-se dizer que todos os astronautas que pilotavam a nave-mãe
tinham sua parte de experiências a realizar, bem como numerosas missões
fotográficas. Além disso, as mensagens de rádio enviadas pelos astronautas que
estavam na Lua eram transmitidas à Terra pela nave-mãe. O público deve entender
que os astronautas que não puderam andar na Lua merecem tanto respeito e
crédito quanto os que andaram.
Apolo 16: 16 a 27 de abril de 1972, aterrissou na Lua e os
astronautas Young e Duke realizaram experimentos na superfície. O astronauta
Mattingly ficou orbitando a Lua, esperando o regresso de seus companheiros
exploradores lunares.
Apolo 17: 7 a 19 de dezembro de 1972. Foi a última missão
Apolo de alunagem, o local de alunagem ficava no vale Taurus-Littrow. A tripulação
da Apolo 17 era composta pelo astronauta Cernan, cientista astronauta Schmitt,
e o astronauta Evans, que ficou circulando na órbita lunar. A Apolo 17 também
fotografou de forma intensiva o lado oculto da Lua. A área da cratera King
parecia ser um de seus principais objetivos.
Muitos cientistas sérios ficaram desapontados com a
interrupção do programa Apolo, que terminou abruptamente com o vôo da Apolo 17.
Ainda havia tanto que precisava ser explorado na Lua e tantas perguntas e
mistérios ainda a serem solucionados.Como eu, outras pessoas que estudaram
grande número das fotografias da NASA, chegaram à inegável conclusão de que
descobrimos coisas demais lá em cima. Por essa razão, paramos de forma tão
abrupta.
Os autores do livro, Alternative 3, publicado na
Grã-Bretanha, sugerem que nosso programa de exploração lunar prosseguiu, mas
sob total sigilo. Acho que eles estão corretos, e concordo que temos explorado
a Lua secretamente com veículos propulsados pelo eletromagnetismo, não muito
diferente daqueles que vêm nos visitar vindos de outros mundos, a não ser pelo
tamanho.
Se algumas nações da Terra tivessem conseguido
duplicar nem que fosse o menor dos UFOs caídos na Terra nos últimos 30 anos,
teriam descoberto meios ilimitados de transporte, não detectáveis pelos
equipamentos de observação da Terra. Alternative 3 sugere que é isso o que
acontece, e que nos reunimos aos seres vindos de outros mundos na Lua,
construindo bases e realizando estudos. Nos nossos dias, quando tantas coisas
são silenciadas, distorcidas e ocultas, e quando o silêncio, medo e desconfiana
dominam nossas vidas, isso parece realmente bem possível, que há um pouco de
verdade em todas essas especulações.
Por trás dos Mistérios Lunares
No nosso tempo de colégio, ensinaram-nos um conjunto
de fatos relativamente completos sobre a Lua. Disseram-nos e, estranhamente,
ainda nos dizem hoje, que a Lua não apresenta condições de sustentar vida, não
tem ar, é coberta de crateras de vulcões extintos, sendo, falando sem rodeios,
um globo de rocha morta. O problema é que esses “fatos” já não são aceitáveis,
pois nossas explorações lunares feitas pelas missões Apolo trouxeram provas
cabais que mostram o contrário.
Dácadas atrás, muito antes de a moderna ciência
espacial ser desenvolvida, os astrônomos ficavam confusos com o que seus
telescópios revelavam na Lua. “Cidades em crescimento.” Centenas de cápulas
lunares foram então mapeadas. Luzes isoladas, explosões e outras estranhas
sombras geométricas, inexplicáveis com base nas leis naturais conhecidas, foram
observadas por astrônomos profissionais e também amadores. Vamos estudar os
registros. Há alguma coisa se deslocando ali em cima, fazendo ondular luzes,
cortando montanhas, construindo cápulas, muros, pirâmides, túneis e
reservatórios de água com paredes reforçadas. Se não existe ar na Lua, existe
um ótimo substituto, algo que sustenta nuvens, refrata luz e incendeia
meteoros. A ciência está confusa com o fato de que algumas imensas crateras
lunares são, na verdade, vulcões ativos. Durante as missões Apolo, foram
observadas e medidas erupções vulcânicas e tremores lunares. Longe de estar
morta, pode-se notar que a Lua tem algo que cresce e muda com as estações. Que
mais poderia ser além de vegetação? As descobertas feitas pelos programas de exploração
lunar dos EUA e URSS são tão surpreendentes, tão incríveis, que virtualmente
provocaram muitas noites de insônia aos cientistas.
Cento e trinta anos atrás, o astrônomo Gruithuisen
observou, ao norte da cratera Schrocter, formações de linhas cruzadas e
quadrados que apresentam semelhança surpreendente com fotografias aéreas de
bairros e ruas de cidades tiradas a grandes altitudes. Embora o astrônomo
Gruithuisen tenha sido rotulado de excêntrico na época, seus detratores não
conseguiram oferecer nenhuma explicação melhor para a formação. Contudo,
formações semelhantes foram descobertas depois, na década de 1930, pelo
Observatório Mt. Wilson. Quando o telescópio de cem polegadas foi apontado na
direção da cratera Gassendi, foi fotografado um notável “sistema de tubos”..
Enquanto algumas dessas construções cresciam, outras foram removidas.
Muito tempo atrás, o astrônomo Nininger descobriu o
que parecia ser um túnel translúcido de cerca de 32 quilômetros de comprimento
ligando as crateras Messier e W. H. Pickering. Em dezembro de 1915, a cratera
Aristarco fez uma surpresa natalina aos observadores na forma de um lindo muro
negro novo que não estava lá antes. Corre do centro para a beirada, muito
parecido com os muros e tubos interligados da cratera Gassendi. Em 1972, os
“construtores de barreiras” lunares mostraram-se extraordinariamente ativos.
Três longas barreiras ou objetos de aspecto artificial apareceram no soalho da
cratera Arquimedes. Depois, não muito longe foram descobertos mais três
objetos, dispostos na forma de um triângulo. Neste período, a revista
astronômica francesa L. Astronomie relatou a existência de um longo muro
encurvado e de um reto, com arcos, que apresentavam incrível semelhança com um
viaduto, ou um tipo de ponte.
Em novembro de 1970, meu filho e eu realizamos
estudos lunares sérios da área Arquimedes. Usamos nosso refletor de 12 e 1/2
polegadas. A elevação de observação era de 14.935,2 metros acima do nível do
mar. Certa noite, para nossa surpresa, avistamos três objetos em forma de charuto
muito grandes no soalho da Arquimedes. Todos os três objetos tinham o mesmo
tamanho; dois deles estavam estacionados na área ao norte e o outro estava na
área ao sul. Comparamos o que vimos com o Mapa Seccional Lunar da área da
Arquimedes da Força Aérea. No mapa, o soalho da cratera estava relativamente
plano, e não foi registrada evidência destes objetos. Eles permaneceram na
cratera por várias horas. O diâmetro da Arquimedes tem aproximadamente 80
quilômetros. De acordo com nossas medidas, esses objetos em forma de charuto
tinham pelo menos 32 quilômetros de comprimento e aproximadamente 4,8
quilômetros de largura..
O renomado astrônomo Walter Haas afirmou certa vez
que sabia de casos em que astrônomos famosos tinham observado atividades
incomuns na Lua, mas se recusaram terminantemente a informá-los ou mesmo
discuti-los. Na noite de 10 de julho de 1941, o próprio Walter Haas viu dois
clarões de meteoro no intervalo de cinco minutos. Um grupo de astrônomos,
organizado por Haas, observou um total de 12 clarões de meteoro cruzando o
disco escuro da Lua num período de observação de 170 horas. Isto prova que a
Lua possui uma atmosfera densa o bastante para incendiar meteoros. Essa
atmosfera produz nuvens nas cores branco, cinza e vermelho. Algumas são tão
densas que projetam sombras visíveis. Vez por outra, a cratera Platão, próxima
do polo norte lunar, apresenta suas beiradas cobertas, na maior parte de seus
7.700 quilômetros quadrados, por uma geada ou neve esbranquiçada. Estudos das
regiões polares norte e sul sugerem uma concentração maior de nuvens acima
dessas áreas. Isso sugere que as temperaturas acima da quinquagésima latitude
norte e da quinquagésima latitude sul parecem ser mais moderadas, em razão da
incidência dos raios solares a partir de certo ângulo. Esse fato torna mais
amenas as mudanças, de outra forma drástica, das temperaturas lunares nas
regiões do equador. Talvez possamos chamar as regiões polares lunares de zonas
temperadas.
O astrônomo Patrick Moore afirmou na revista Omni,
de novembro de 1978: “Em nossa fase presente de esclarecimento pós-Apolo, seria
errado sugerir que foram resolvidos todos os mistérios da Lua.” O sr. Moore
fala das coisas curiosas vistas de vez em quando: brilhos tênues, luzes
intermitentes, trechos de névoa e vulcões ativos. Ou seja, poder-se-ia dizer:
“A Lua está viva e vai bem.” Brilhos avermelhados também foram relatados por
astrônomos da URSS na cratera Alphonsus e próximo a ela. Também tremores
lunares moderados, medidos pelos instrumentos da Apolo, ocorrem com bastante
frequência por ocasião do perigeu.
Em todo caso, a indústria lunar parece ter
realizado convenções muito concorridas na cratera Platão nos últimos 50 anos
pelo menos. Foram observadas ali fileiras de luzes móveis, e um triângulo de
luz brilhou na cratera durante bastante tempo. Trinta luzes brilhantes
flamejavam no soalho da cratera ao mesmo tempo, seguindo numa rotina
atordoante. Enquanto alguns grupos brilhavam a toda, no mesmo momento outros
grupos esmoreciam, assumindo um brilho baixo. A Sociedade Astronômica Real
Britânica relatou 1.600 observações semelhantes. De quando em quando é
observada uma luz brilhante na cratera Aristarco e outra na base oriental dos
Alpes lunares. Isto vem acontecendo há mais de cem anos. No Mare Crisium foi
observada uma formação de pontos e traços de luz, enquanto a cratera Messier
por vezes resplandece com várias luzes brilhantes. A cratera Eudoxus exibiu
longas linhas de luz.
Durante uns vinte anos, o Monte Piton, na serão
norte do Mare Imbrium, tem emitido raios de luz à maneira de um farol. Não pode
haver dúvidas, mesmo nas mentes mais limitadas, de que muitas dessas luzes, e
em especial os objetos brilhantes e móveis, são controlados por uma
inteligência.
Dave Darling, astrônomo amador, munido de um
refletor de 12e 1/2 polegadas, informou-me acerca de seus recentes achados na
Lua. Um trecho de sua carta:
“Existe uma convicção crescente de que a Lua é a
base de operações da atividade de UFOs vista em nossos céus.” Ele relatou os
seguintes avistamentos: Um grande objeto em forma de charuto em 16 de abril de
1979, à uma da madrugada, com aproximadamente 16 quilômetros de comprimento e
2,5 metros de diâmetro. Sua cor era prata metálica, projetando uma sombra
distinta sobre a superfície lunar. Estava localizado próximo da cratera
Isidorus, próximo do Mar de Néctar. O objeto em forma de charuto aterrissou a
cerca de 80 quilômetros do pôr-do-sol. Novamente, em 12 de agosto de 1979, às
3:45 da madrugada, Darling informou outro objeto em forma de charuto brilhante,
desta vez além da beirada da cratera Romer. Esse objeto tinha mais 32
quilômetros de comprimento, era também de cor metálica prateada, apresentando
dois apêndices em forma de asa projetando-se de cada lado, com um quarto de seu
comprimento. Depois, o objeto desapareceu do terraço plano no lado oeste da
beirada da cratera.
Há algum tempo, o sr. Darling chamou minha atenção
para uma plataforma grande que ele observara ao sul da cratera Arquimedes. A
plataforma tem oito quilômetros de comprimento, cerca de 1,6 quilômetro de
largura, apresentando elevação de cerca de 1.500 metros. Aproximadamente 20
fotografias lunares, tiradas tanto nas missões Orbiter como Apolo, mostram essa
plataforma incomum — que, aliás, não está demarcada nos mapas lunares da área
da Arquimedes da Força Aérea.
Descobri também várias plataformas a
aproximadamente 48 quilômetros ao nordeste da mencionada acima. Elas, porém, se
apresentam numa fileira de cinco, tendo talvez um significado simbólico, embora
pareçam grandes letras.
É necessário compreender que aproximadamente 90 por
cento dos estudos lunares são realizados por astrônomos amadores. Os grandes
instrumentos profissionais, tal como o telescópio de 200 polegadas de Mt.
Palomar‚ são considerados potentes demais para observações lunares. Os
telescópios muito potentes têm tendência de ampliar muito partículas
atmosféricas, sendo mais adequados para estudos de galáxia distantes.
O falecido George Adamski, escritor famoso e
astrônomo amador, fotografou pelo menos oito quadros lunares, de 1948 a 1952,
mostrando atividade de UFO sobre a Lua ou próximo dela. Todas as fotografias
foram tiradas por meio de telescópios.
Análise de civilizações avançada
A identificação da tecnologia de uma civilização
superior desconhecida em outro corpo planetário, como a Lua, por exemplo, nos
apresenta um desafio interessante. É difícil identificar qualquer coisa com a
qual não estejamos familiarizados, por conseguinte, negligenciamos muitos
objetos artificiais presentes na superfície lunar. Além disso, as idéias e
teorias preconcebidas antiquadas que nos ensinaram durante muitos séculos e nos
martelaram nas mentes contribuíram de forma relevante para nossa incapacidade
de compreender. Podemos dizer que vemos, mas como a coisa não deveria estar lá,
simplesmente não acreditamos que realmente exista.
Talvez devido a esse fato, tenham sido divulgadas
tantas fotografias lunares em muitas publicações diferentes, que realmente
mostram fortes evidências de vida na Lua. Não apenas musgo e léquens
primitivos, como também arbustos e árvores, grama, e até mesmo muitas
instalações artificiais. Como a maioria das pessoas não está familiarizada com
o conteúdo dessas fotografias, fica difícil reconhecer essas anomalias lunares.
E como a maioria dos cientistas de alto nível não ousam se manifestar com medo
de por em risco suas posições, em alguns casos essas fotografias estoo
totalmente esquecidas hoje.
Para mim, é bastante óbvio que permitiram que os
objetos artificiais, UFOs e construções inteligentes permanecessem nessas
fotografias para, no caso de acontecimentos e pesquisas futuros determinarem o
que está acontecendo lá em cima, os altos funcionários poderão se afirmar com
toda inocência: “Bem, nós divulgamos, mas não sabíamos o que era.” Na minha
opinião isso seria livrar a cara com esperteza.
Temos de reconhecer que nem toda a maquinaria
avançada precisa ser altamente complicada. Com frequência, as tecnologias, ao
evoluir, efetivamente simplificam as máquinas, sua forma e os métodos de propulsão.
Não resta dúvida de que o verdadeiro progresso mecânico de uma civilização
avançada é atingido por meio de sua manobrabilidade aérea ilimitada. Veículos
de todas as formas e tamanhos, destinados a qualquer propósito concebível,
propulsados por uma forma de energia livre, tal como a propulsão
eletromagnética, são necessários para transporte de cargas, mercadorias e
pessoal. As estradas e auto-estradas tornam-se então obsoletas e, como tal, não
são encontradas na Lua. Foram encontrados, e se assemelham bastante a estradas,
o que parecem ser túneis e grandes sistemas tubulares, que talvez sejam
pressurizados para uso em operações de mineração. Foram fotografados rastos de
veículos no solo, colinas acima e abaixo. Pelo que sei, esses grandes veículos,
alguns com 22 metros de largura, parecem examinar o solo em busca de
possibilidades futuras de mineração. Os rastos deixados por esses veículos
mostram “alinhavos” definidos feitos por algum tipo de veículo munido de
correias.
Até mesmo numa civilização avançada que dispõe de
manobrabilidade aérea total, é necessário que os veículos que entrarem em
contato com o chão colham amostras de solo. Devemos também saber que não
podemos comparar nossa tecnologia com a de outros seres de outro planeta.
Embora eu tenha certeza de que existem algumas semelhanças, dispositivos
diferentes de transporte, cultivo, moradia, etc. podem ter evoluído muito além
da compreensão da maior parte.
* Fred Steckling, astrônomo amador e autor do livro
Bases Alienigenas na Lua.
Nota
Matéria publicada pela revista AMALUZ
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